Arquivo para dezembro, 2009

Posted in Quelques choses on 27/12/2009 by Maicon

En ce moment là j’écris

J’écris ce qui a peut-être été, ou qui peut-être est

Ou qui peut-être sera, je ne sais pas

Qui c’est moi ? Qui le sait ?

Je ne sais pas, ni même moi

Ce que je sais c’est que je suis là

J’écris là et je pense là

Sans savoir pour quoi, pour quoi pas

 

Je me demande par toi, je me connais par toi

Et quand je te regarde, allongée

Je vois que je regarde l’amour

L’amour ici, l’amour pour toi

L’amour qu’habite en nous

Ce mot qui je ne sais pas quoi veut dire

Mais qui peut être là

Chez chacun, très différemment

 

Et alors, qu’est-ce que la vie

Sinon cette recherche incessante

Pour découvrir, pour décrire, pour vivre

Cela qui nous arrive

Pela janela…

Posted in Dia-a-dia on 20/12/2009 by Rê

Hoje acordamos prazerosamente, fizemos um sádhana (prática – do Método DeRose) delicioso e, em seguida, abrimos a janela. E pela janela, foi isso que vimos e gostariamos de compartilhar com vocês!

Tomamos nosso café-da-manhã, enrolados no edredon e olhando pela janela…

Saudades do mar

Posted in RêPensando on 20/12/2009 by Rê

À certa altura, os raios de sol reluzem sobre as ondas inquietas do mar, fossem miríades de vagalumes piscando sem cessar, a festejarem a vida e a grandeza de amar.

Paris sous la neige

Posted in Dia-a-dia on 17/12/2009 by Rê

Eu me virei, olhei pela janela e vi, pela primeira vez, a neve!

Fiquei encantada! Parece bobagem, riram de mim. Mas estava maravilhada!

Então, parei diante da janela e fiquei ali, admirando aquela paisagem. O chão branco, assim como os telhados dos prédios. Eu não sei em que andar eu estava, mas sentada na cama, via apenas os telhados dos prédios e o alto das árvores, quer dizer, dos galhos secos das árvores.

É como se o céu fosse uma grande névoa. Os telhados, típicos dessa cidade encantadora, brancos da neve acumulada de toda a noite, assim como os carros estacionados lá embaixo.

E os flocos de neve caiam linda e suavemente…

Resolvi então fazer meu samyama. Samyama pode designar concentração, meditação ou outros estados de consciência mais expandida. Então, na verdade, fiz dhyána, que significa meditação. Mas não a meditação do senso comum, que significa pensar, refletir. Mas a verdadeira meditação, que é justamente o oposto – não pensar, contemplar. E foi isso que fiz, contemplei.

Sentada na cama, olhar fixo na janela, ouvindo o que, pra mim, é a mais bela suíte de Bach. Fiquei ali a contemplar os flocos de neve, que pareciam estar ouvindo a mesma música que eu, tal era sua sincronia de leveza e de movimentos. Fiquei por alguns instantes, talvez uns 10 minutos, simplesmente a contemplar. E uma lágrima caiu de meus olhos. Lágrima de contentamento, de gratidão, do vazio que trás felicidade, pois é como se nada mais existisse, nada mais importasse, e sentimo-nos plenos.

Findo este momento mágico, voltei à realidade para registrar, na medida do possível, essa experiência, que na verdade é indescritível – o primeiro dia de neve em Paris, neste inverno que, oficialmente, ainda nem começou!

O primeiro dia de neve!

Posted in Dia-a-dia on 17/12/2009 by Maicon

Hoje acordei com o telefone tocando. Era meu amor. Me pediu para levantar e abrir a janela, pois iria ter uma surpresa. Ao abrir a janela me deparei com o primeiro dia de neve aqui em Paris. Linda! Os carros cobertos, as cercas, as árvores, os telhados, a calçada; aquele tapete branco brilhoso e fofo. Os pequeninos flocos deslizando pelo ar, até pousarem suavemente na nossa janela, no meu rosto.

Logo após esse momento especial, recebi outra ligação da pequena, para me dar uma notícia melhor ainda. Sim, ela estava de saída do local onde passou uns dias para resolver alguns contratempos. Estava voltando para casa, para ficar juntinho de mim e curtir o início do inverno. Me vesti rapidamente e sai para buscá-la. No caminho curti meu primeiro dia de neve. Uma sensação gostosa do gelo se acumulando sobre as roupas, dos pequenos flocos tocando suavemente o rosto e, é claro, do frio pegando!

Posted in Pensamentos on 14/12/2009 by Maicon

“Without judgement what would we do?
We would be forced to look
At ourselves emerged in lost time
Assuming what may be
Without judgement
Perception would increase a million times”

Chuck Schuldiner

Quero voar!!!

Posted in Dia-a-dia on 10/12/2009 by Rê

Entrem no link abaixo e saboreiem essa gostosa sensação!

O video é incrivel!!!

Parece que o homem aprendeu a voar…

Eu quero voar…………….. E você?

http://vimeo.com/1778399