Arquivo para julho, 2010

Saudade dos meus irmãos…

Posted in RêPensando on 30/07/2010 by Rê

Essas ultimas noites, durante o sono, tem batido uma saudade dos meus irmãos…

Eu, a minha irmã e a minha mãe estamos sempre em contato. Falamo-nos quase todos os dias pelo telefone ou pela internet. E aí, mesmo que a saudade bata de qualquer jeito, a gente se sente sempre próximas, sempre juntas, sempre participando uma da vida da outra. Elas, junto com a Camila, são minhas melhores amigas, sempre!

Com o meu avô e a minha avó também é assim. Falamo-nos sempre, pelo menos uma vez por semana!

Mas os meus irmãos… Fico tanto tempo sem ouvir a voz deles… Não sei praticamente mais nada da vida deles, como eles estão se sentindo, suas alegrias e seus problemas…

Mantenho-me informada através dos outros e sei que, de uma maneira geral, tudo corre bem pra eles. Então fico tranquila, porque o mais importante é que eles estejam bem.

Mas sinto-os cada dia mais longe e a saudade é cada vez maior. Com o Ricardo até já falei ao telefone algumas raras vezes.  O Rodrigo, nem sei se ainda conhece minha voz.

E parece que os que estão lá, perto deles, também não conseguem falar com eles muito mais do que eu…

Talvez seja uma coisa de meninos, que formam sua nova família e esquecem da primeira. Aquela com quem passaram toda a infância, com quem aprenderam as primeiras coisas da vida, aquela onde se compartilharam tantas coisas boas e ruins, mas que, de uma forma ou de outra, sempre nos fizeram aprender e crescer… Aquela que é e será sempre a nossa base.

Ou talvez eles estejam tão absorvidos pelas atribulações da vida de gente grande que não conseguem dar atenção a todo mundo…

Ou ainda, talvez seja o momento de um novo capitulo em suas vidas, do qual nós não fazemos mais parte.

Seja qual for o motivo, eu sinto saudades…

Mas o que realmente importa para mim é que eles estejam felizes!

Eu, de longe, continuo amando-os infinitamente e mantendo no coração os bons momentos em que vivíamos todos juntos!

E, seja como for, vocês três são os melhores irmãos do mundo!

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DeRose

Posted in Dia-a-dia on 23/07/2010 by Rê

Ele é escritor e codificador do Método DeRose. Ele é meu supervisor e mora no meu coração.

Veja porque:

Et, finalement…

Posted in Dia-a-dia on 23/07/2010 by Rê

… malheureusement.

O ego pode ser importante quando aprendemos que ele não é a nossa essência e, assim, passamos a usá-lo à nosso favor, ao invés de sermos escravizados por ele.

Saudades…

Posted in RêPensando on 22/07/2010 by Rê

das telas, das cores, das tintas…da criação…

Carta para uma amiga

Posted in RêPensando on 22/07/2010 by Rê

Dar demais também é uma forma de egoísmo.

Temos que aprender a medida certa para cada pessoa que amamos, em qualquer tipo de relacionamento.

Temos que abrir mão do nosso ímpeto de mostrar aos outros que é possivel, que podemos amar e ser felizes, e construir, e pular os obstáculos sem medo…

E, no lugar disso, temos que aprender a enxergar o tamanho das pernas e da flexibilidade de cada um para compreendermos o tamanho do passo que eles podem dar com conforto e sem dor!

Quem tem passos largos precisa aprender a reduzí-los em função daqueles que os acompanham, ao invés de querer que eles acompanhem os seus.

É dificil reconhecer nossos limites e respeitar nosso tempo. Mais difícil ainda é entender e respeitar os limites e o tempo do outro…

Soneto do Amor total

Posted in Pensamentos on 21/07/2010 by Rê

“Amo-te tanto, meu amor… não cante
O humano coração com mais verdade…
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade.
Amo-te afim, de um calmo amor prestante
E te amo além, presente na saudade
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.
Amo-te como um bicho, simplesmente
De um amor sem mistério e sem virtude
Com um desejo maciço e permanente.
E de te amar assim, muito e amiúde
É que um dia em teu corpo de repente
Hei de morrer de amar mais do que pude.”

Vinicius de Moraes

(http://myfots.net/2010/07/19/soneto-do-amor-total/)

A paz

Posted in Dia-a-dia on 15/07/2010 by Rê

“A paz invadiu o meu coração
De repente, me encheu de paz
Como se o vento de um tufão
Arrancasse meus pés do chão
Onde eu já não me enterro mais”

(Gilberto Gil)