Arquivo para novembro, 2011

O DeRose Festival Paris 2011 foi assim…

Posted in Dia-a-dia on 26/11/2011 by Rê

Em 2012 tem mais !

Saudades de criança…

Posted in Dia-a-dia on 25/11/2011 by Rê

DeRose Festival Paris 2011

Posted in Dia-a-dia on 25/11/2011 by Rê

Méthode DeRose Rive Gauche

Posted in Dia-a-dia on 25/11/2011 by Rê

Simplesmente… uma vida saudável…

Posted in Dia-a-dia on 07/11/2011 by Rê

Vale a pena assistir do inicio ao fim…

Saudades de pintar…

Posted in Dia-a-dia on 07/11/2011 by Rê

Se… agora em português

Posted in Dia-a-dia on 03/11/2011 by Rê

Cris, aqui esta o poema que postei outro dia em françês, no post “Ser forte”… o orginal na verdade é em inglês, mas aqui esta a traduçao em português, porque vale à pena…

SE

Se és capaz de manter tua calma, quando,
todo mundo ao redor já a perdeu e te culpa.
De crer em ti quando estão todos duvidando,
e para esses no entanto achar uma desculpa.

Se és capaz de esperar sem te desesperares,
ou, enganado, não mentir ao mentiroso,
Ou, sendo odiado, sempre ao ódio te esquivares,
e não parecer bom demais, nem pretensioso.

Se és capaz de pensar – sem que a isso só te atires,
de sonhar – sem fazer dos sonhos teus senhores.
Se, encontrando a Desgraça e o Triunfo, conseguires,
tratar da mesma forma a esses dois impostores.

Se és capaz de sofrer a dor de ver mudadas,
em armadilhas as verdades que disseste
E as coisas, por que deste a vida estraçalhadas,
e refazê-las com o bem pouco que te reste.

Se és capaz de arriscar numa única parada,
tudo quanto ganhaste em toda a tua vida.
E perder e, ao perder, sem nunca dizer nada,
resignado, tornar ao ponto de partida.

De forçar coração, nervos, músculos, tudo,
a dar seja o que for que neles ainda existe.
E a persistir assim quando, exausto, contudo,
resta a vontade em ti, que ainda te ordena: Persiste!

Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes,
e, entre Reis, não perder a naturalidade.
E de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes,
se a todos podes ser de alguma utilidade.

Se és capaz de dar, segundo por segundo,
ao minuto fatal todo valor e brilho.
Tua é a Terra com tudo o que existe no mundo,
e – o que ainda é muito mais – és um Homem, meu filho!

Rudyard Kipling
Tradução de Guilherme de Almeida